sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Parlamento de Israel aprova lei antinazismo

O parlamento de Israel aprovou pela primeira vez, na noite desta segunda-feira, uma lei que proíbe organizações, atividades e propaganda nazistas no país.

De acordo com a nova lei, pessoas envolvidas em "grupos que, de maneira organizada, pregam, incentivam ou incitam o racismo, inclusive os princípios nazistas", serão condenadas a um ano de prisão.

A lei é conseqüência da prisão, em setembro de 2007, de um grupo de jovens israelenses neonazistas. Os oito adolescentes foram acusados de agredir judeus ultra-ortodoxos, homossexuais e trabalhadores estrangeiros.

Na época, a investigação da polícia - iniciada depois que sinagogas foram pichadas com suásticas e dizeres como "morte aos judeus" - revelou que os jovens eram adeptos da ideologia nazista, o que chocou vários israelenses.

"Em Israel nunca houve uma lei contra o nazismo, porque ninguém nunca pensou, nem no mais terrível dos sonhos, que aqui pudesse existir esse tipo de fenômeno", disse o deputado Moshe Gafni, um dos autores da proposta de lei.

Anti-racismo

Segundo Gafni, do partido ultra-ortodoxo Yahadut Hatora, sua intenção original era criar uma lei específica contra organizações nazistas, porém na discussão da Comissão Legislativa do Parlamento a lei foi ampliada e passou a incluir todos os tipos de racismo.

Em Israel já existe uma lei contra propaganda e incitamento ao racismo, a nova lei acrescenta à proibição a formação de organizações racistas.

A lei anti-racista tambem deverá dificultar as atividades de grupos da extrema direita israelense, que pregam o racismo contra árabes.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Europa convive há décadas com nazistas


Indícios recentes dão conta de que o Grêmio poderia ser o primeiro clube brasileiro a ter uma facção de torcida nazista, a Camisa 88 - que faz menção às saudações a Adolph Hitler, ditador alemão na Segunda Guerra Mundial. O fato, no entanto, seria novidade apenas por aqui, já que na Europa há décadas o radicalismo dos torcedores tem levado terror aos estádios de futebol.

O caso mais conhecido é o da torcida da Lazio, que exibe nas arquibancadas bandeiras com símbolos nazistas e canta músicas anti-semitas durante as partidas da equipe. O líder fascista italiano Benito Mussolini era torcedor do clube e é idolatrados pelos fãs do time da capital italiana.

O atacante Di Canio teve três passagens pela Lazio - a última de 2004 a 2006 - e nunca escondeu suas tendências de extrema-direita. O italiano é apaixonado pelo clube romano e, quando jovem, era um ultra - termo utilizado para membros das torcidas fascistas do país.

Envolvido em diversas polêmicas, Di Canio chegou a ser suspenso e multado pela Federação Italiana por fazer saudações nazistas aos torcedores da Lazio durante as partidas. O atacante tem tatuada no braço a palavra "dux", que, em latim, se refere ao título de Duce do ditador Mussolini.

Outro jogador italiano que teria ligações fascistas é Buffon, da Juventus. Em 2000, quando atuava pelo Parma, o goleiro decidiu utilizar o número 88, mas, por pressões da comunidade judaica, foi obrigado a mudar.

Buffon negou que a escolha havia sido por razões políticas, mas, um ano antes, já havia dado indícios de que teria tendências de extrema-direita. Em 1999, o goleiro usou uma camisa que continha uma frase usada por Mussolini.

Os problemas envolvendo facções nazistas também atingem outros países da Europa. Na Holanda, o Ajax adotou a identidade judaica após Amsterdã ter recebido milhares de refugiados judeus nos anos 1940. Os torcedores do clube levam bandeiras gigantes de Israel para os estádios e cantam músicas de apoio.
O Ajax, no entanto, lida com o preconceito do Feyenoord, cuja torcida até hoje assobia durante as partidas, imitando as câmaras de gás da época do Holocausto, e utiliza insultos anti-semitas.

Na Alemanha, o governo definiu como crime o uso de saudações nazistas e teve muitos problemas durante a Copa do Mundo de 2006, que foi realizada no país. Torcedores britãnicos acabaram presos e deportados por terem sido flagrados fazendo gestos fascistas.

Esse monstro vai ser feio la no inferno maldito!

Paolo Di Canio é um jogador reconhecido pelas suas qualidades futebolísticas mas, principalmente, pelas suas posições políticas. Di Canio é fascista (mas não racista, segundo o próprio) e não hesita em exibir saudações dessas nazistas, à também fascista claque do clube em que joga de cada vez que marca um gol ou é substituído, faz a saldação nazista. A liga italiana de futebol tem aplicado castigos consecutivos ao jogador que só acabam por ter o efeito perverso de chamar mais a atenção sobre o assunto. Muitos advogam mesmo o seu afastamento definitivo dos estádios de futebol, o que não deve estar muito longe de acontecer de forma natural dada a idade do jogador.

''dis'' q não é nazista , ainda diz q não é racista.

oia a foto do cabrito q macabro, num tem onde ser mais feio maldito.....


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